May 8th, 2008
O representante da Igreja Cristã Ortodoxa junto à União Européia é o Bispo Hilarion Alfeyev, titular de Viena e Áustria. Falando em nome do Patriarcado de Moscou durante um encontro entre religiosos e euroburocratas, ele exigiu uma postura enérgica de proteção aos cristãos, que estão sendo perseguidos em vários pontos da Europa.
Os ataques aos cristãos partem não somente de grupos islâmicos, como também dos próprios governos, que seguem a política virulentamente ateísta dos partidos eurosocialistas. O Bispo Hilarion citou a destruição de centenas de igrejas e cemitérios cristãos em vários pontos do continente.
A situação é mais grave em Kosovo, onde está sendo posta em prática uma política governamental de islamização completa do país, não somente com a tolerância, mas também com o apoio manifesto do governo de Bruxelas.
Também na parte de Chipre que está militarmente ocupada pela Turquia, ocorrem saques de igrejas históricas, e seus tesouros artísticos e arqueológicos são rotineiramente postos à venda em mercados de Istambul e Ankara.
O Bispo Hilarion terminou sua participação lembrando que é dever da União Européia proteger a milenar cultura cristã da Europa em todo o mundo.
Os ataques aos cristãos partem não somente de grupos islâmicos, como também dos próprios governos, que seguem a política virulentamente ateísta dos partidos eurosocialistas. O Bispo Hilarion citou a destruição de centenas de igrejas e cemitérios cristãos em vários pontos do continente.
A situação é mais grave em Kosovo, onde está sendo posta em prática uma política governamental de islamização completa do país, não somente com a tolerância, mas também com o apoio manifesto do governo de Bruxelas.
Também na parte de Chipre que está militarmente ocupada pela Turquia, ocorrem saques de igrejas históricas, e seus tesouros artísticos e arqueológicos são rotineiramente postos à venda em mercados de Istambul e Ankara.
O Bispo Hilarion terminou sua participação lembrando que é dever da União Européia proteger a milenar cultura cristã da Europa em todo o mundo.
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Falar mais de uma língua pode aumentar as chances de vida longa e saudável. Um estudo da Universidade de Tel-Aviv parece apontar nessa direção, segundo relato do ScienceDaily.
Os drs. Gitit Kavé, Nitza Eyal, Aviva Shorek, e Jiska Cohen-Manfield estudaram um grupo de idosos ao longo de algum tempo, e descobriram que aqueles que falam mais de uma língua apresentam capacidades cognitivas bastante superiores aos monoglotas.
Embora sejam cautelosos em suas declarações, afirmando que não existe uma receita universal para manter a mente jovem, os cientistas dizem que é clara a diferença entre os grupos. Além do mais, não existe correlação entre o nível de escolaridade e a longevidade.
Pessoas com menos escolaridade que falam mais de uma língua parecem manter a lucidez mental até idade muito avançada. A mesma correlação não parece existir entre os mais escolarizados, embora monoglotas. Os estudos continuam.
A dra. Kavé, que é neuropsicóloga do Herczeg Institute on Aging, disse que “In my professional opinion, learning a new language can only do good things [...] Other languages are good for you at any age. They allow for a flexibility of thought and a channel for understanding another culture better, as well as your own.”
Os drs. Gitit Kavé, Nitza Eyal, Aviva Shorek, e Jiska Cohen-Manfield estudaram um grupo de idosos ao longo de algum tempo, e descobriram que aqueles que falam mais de uma língua apresentam capacidades cognitivas bastante superiores aos monoglotas.
Embora sejam cautelosos em suas declarações, afirmando que não existe uma receita universal para manter a mente jovem, os cientistas dizem que é clara a diferença entre os grupos. Além do mais, não existe correlação entre o nível de escolaridade e a longevidade.
Pessoas com menos escolaridade que falam mais de uma língua parecem manter a lucidez mental até idade muito avançada. A mesma correlação não parece existir entre os mais escolarizados, embora monoglotas. Os estudos continuam.
A dra. Kavé, que é neuropsicóloga do Herczeg Institute on Aging, disse que “In my professional opinion, learning a new language can only do good things [...] Other languages are good for you at any age. They allow for a flexibility of thought and a channel for understanding another culture better, as well as your own.”
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